ECA Digital entra na fase da prestação de contas: o que as plataformas terão de demonstrar sobre a proteção de crianças e adolescentes

O ECA Digital entra em uma nova fase prática: determinadas plataformas com mais de 1 milhão de usuários menores de 18 anos deverão publicar até 17 de setembro de 2026 seu primeiro relatório semestral de transparência. A obrigação mostra que proteger crianças e adolescentes no ambiente digital não significa apenas declarar compromissos, mas também demonstrar publicamente canais de denúncia, medidas de moderação, proteção de dados, consentimento parental e gerenciamento de riscos. O artigo explica quem está sujeito à regra, o que deverá ser informado e por que a prestação de contas revela o nível real de governança da organização.
Quando o invasor entra pela porta da frente: o que o caso relatado no INSS ensina sobre certificados digitais, engenharia social e LGPD

Relatos envolvendo servidores do INSS chamaram atenção para um risco que vai além da invasão direta de sistemas: o uso de engenharia social para comprometer credenciais e certificados digitais legítimos. O caso mostra por que segurança da informação depende não apenas de tecnologia, mas também de processos, monitoramento, controle de privilégios e capacitação das pessoas.
Metadados: A Informação Invisível que Suas Fotos Guardam – e Como Removê-la

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“Farmar Aura”: A Busca por Validação Digital e os Riscos Invisíveis para Nossos Filhos

A expressão “farmar aura” tem suas raízes no universo dos videogames, onde “farmar” significa coletar recursos, pontos ou itens para fortalecer um personagem. No contexto das redes sociais, “farmar aura” é a busca incessante por acumular carisma, estilo, respeito ou popularidade.